SMO Talks – “As lentes responsivas aos olhos presbitas na era digital” e “Dicas para uma prescrição eficaz no paciente presbita”

É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza no dia 09 de novembro, quarta-feira, às 19h30, realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e EssilorLuxottica.

Nesta edição, como parte da Varilux XR Séries, teremos uma aula sobre “As lentes responsivas aos olhos presbitas na era digital” com Amauri Santana (Especialista em Treinamento EssilorLuxottica), e uma palestra sobre “Dicas para uma prescrição eficaz no paciente presbita“, ministrada pelo Dr. Cesar Lipener. Teremos ainda a participação dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari, como debatedores.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Não perca!

 


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No dia 04 de outubro, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e Abbvie.

Teremos uma palestra com nossos associados, Dr. Marcus Vinicius Souza e Dr. Breno de Mello, falando sobre “Como abordar o Olho Seco“, com mediação do diretor da SMO, Dr. Luiz Carlos Molinari.

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‘Setembro Verde’ aborda a doação de órgãos em geral, orientando a população sobre a importância do tema

De acordo com a Agência Brasil, órgão público de notícias, a demanda, especificamente, por transplante de córnea no Brasil dobrou ao longo dos últimos cinco anos. Em 2019 eram 12.212 pessoas na fila e até maio deste ano cerca 24 mil e 300 pacientes estão na espera. As campanhas para doação do órgão são realizadas durante todos os meses e são intensificadas no ‘Setembro Verde’ que aborda os transplantes de maneira geral. A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) reforça o movimento orientando a população sobre a importância de ser um doador.

Um dos entraves tanto para o transplante de córnea quanto de outros órgãos é que, desde o desaceleramento da pandemia da Covid-19, o volume de procedimentos não retornou ao normal. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o total de intervenções feitas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2022 é menor do que o que era executado no início da década passada. O diretor da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e da SMO, Luiz Carlos Molinari, explica que a cirurgia na córnea pode recuperar em mais de 90% a visão do paciente com alguma deficiência visual.

Molinari ainda esclarece que a córnea é um tecido transparente que fica na parte da frente do olho que pode ser comparada ao vidro de um relógio ou a uma lente de contato. “Se a córnea embaça a pessoa pode ter a visão bastante reduzida ou, às vezes, até perder a visão”, acrescenta. Conforme ele, a decisão de transplantar um paciente ocorre quando todos os outros tratamentos já não são eficientes para manter a qualidade de vida e, nesse caso, resolver o problema visual.

Dados da CBO de maio deste ano mostram que São Paulo contabiliza nove unidades de transplante e responde por um terço das cirurgias de córnea: foram 29,9 mil intervenções entre 2012 e 2022. Em seguida está Pernambuco com 5770 procedimentos, Minas Gerais com 5696, Paraná com 4946 e Ceará com 4727. Na outra extremidade estão Tocantins, Acre, Rondônia, Alagoas e Paraíba com respectivamente 145, 237, 569, 625, e 1115 transplantes de córnea. Em todo o país, o Ministério da Saúde informa que 24 estados possuem pelo menos um banco de tecidos oculares na rede pública, exceto Acre, Amapá e Roraima.

“Deixar claro que a pessoa é um possível doador de órgãos é extremamente importante, assim como orientar as famílias sobre a difícil decisão no momento da perda de um ente querido”, salienta Molinari. Para ele também é necessário lembrar a necessidade de equipes bem treinadas para a retirada do órgão em tempo hábil para o transplante e a boa comunicação entre as instituições responsáveis por todo o processo. Em Minas Gerais, a fila de espera e outras informações ficam a cargo do MG Transplantes.

No dia 20 de setembro, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

Teremos a participação de dois palestrantes e associados, Dr. Pedro Paulo Reis e Dr. Arnaldo Castro, abordando o tema “Cirurgia Refrativa: segredos da prática diária“. Teremos também a participação dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari.

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É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza no dia 09 de agosto, quarta-feira, às 19h30, realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e Abbvie.

Nesta edição, teremos as palestras “Oclusão Venosa Retiniana”, com o Dr. Jacques Houly, e “Abordagem prática da DMRI neovascular”, ministrada pelo Dr. Frederico Braga. Teremos ainda a participação dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari, como debatedores.

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No dia 21 de junho, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e Allergan.

A edição terá uma palestra da Doutora Heloísa Maestrini sobre “Novidades no tratamento do Glaucoma“, além da participação do Dr. Alberto Diniz Filho e dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari.

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Texto retirado da Jornal Jota Zero ed. 202


Depois de ocupar a vice-presidência da entidade por dois anos, Breno de Mello Vitor é o novo presidente da Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO). Tem como colegas de diretoria Marcos Pereira Vianello (vice-presi-dente), Luiz Carlos Molinari Gomes (secretário geral) e Wesley Moreira (tesoureiro).

O novo presidente da SMO é especialista em córnea, catarata, lentes de contato e cirurgia refrativa. Tem MBA em gestão hospitalar e atua como revisor da publicação e-Oftalmo, do CBO.

O foco de sua gestão à frente da SMO será manter o combate ao exercício ilegal da Medicina e retomar a realização de eventos presenciais, tanto para o público em geral quanto para os médicos oftalmologistas. Além disso, vai tomar medidas para garantir a saúde financeira da entidade.

Volta às aulas requer atenção dos pais e responsáveis quanto à visão de seus filhos e uma consulta de rotina com o médico oftalmologista

A saúde ocular infantil é primordial para o desenvolvimento das crianças seja em casa, na escola e/ou outros ambientes que frequenta. Com o retorno às aulas, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), alerta pais e responsáveis para que se atentem sobre como está a visão dos filhos e que os leve ao médico oftalmologista para consulta de rotina.

O Ministério da Saúde (MS) aponta que 30% das crianças em idade escolar apresentam algum tipo de ametropia (erro de refração ocular que dificulta a nitidez da imagem na retina). Os especialistas afirmam que até a adolescência, miopia, hipermetropia e astigmatismo são os erros refrativos mais comuns. Eles comprometem a formação do foco das imagens e são detectados em cerca de 20% das crianças com idades entre 5 e 9 anos, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). De 3% a 10% desse grupo precisam usar óculos, conforme a instituição. Em 2018, o CBO levantou que a prevalência da cegueira é de 0,6 a cada 1.000 crianças.

De acordo com o diretor da SMO e da AMMG, Luiz Carlos Molinari, mesmo que não haja queixas, o ideal é que a criança seja levada ao especialista pelo menos uma vez ao ano. “Observar o comportamento dos filhos ajuda muito a identificar possíveis problemas oculares. Os sinais podem ser: aproximar demais os objetos do rosto; tropeçar com frequência e esbarrar em tudo; sentar muito perto da televisão; ter dores de cabeças constantes; lacrimejar excessivamente; vermelhidão; entres outras coisas”, explica.

Molinari avalia que quando não se enxerga bem, o aprendizado é comprometido assim como o relacionamento com os colegas de classe e com os professores. “Sem ver direito as anotações no quadro ou os livros, a criança fica atrás das outras na hora de aprender. Além do olhar de quem cuida, os docentes também podem ajudar avaliando o desempenho e como os pequenos se comportam em sala de aula”, completa. Para ele, ações como diminuir o uso de telas, notar diferenças no modo de agir e visitas periódicas ao médico oftalmologista são a chave para cuidar das doenças oculares na infância.

Ele esclarece que no dia a dia algumas medidas são simples e contribuem para evitar doenças oculares. “Mantenha os olhos sempre higienizados, utilize óculos de sol, bonés, chapéus, para proteger do vento e das ações de raios UVA e UVB e evite coçá-los com frequência. No caso de olho seco, o profissional pode indicar lubrificantes oculares, ou lágrimas artificiais adequadas. Evite automedicação, como colírios contendo corticoides, que podem aumentar a incidência de catarata ou glaucoma. Mediante qualquer queixa, como dor, sensação de areia, olhos vermelhos ou falhas na visão, procure um oftalmologista.”

O diretor da SMO destaca que é possível prevenir e tratar muitas enfermidades e quando o cuidado é iniciado precocemente as chances são ainda maiores. “Friso ainda que o exame é um ato médico e só deve ser realizado pelo oftalmologista.”

No dia 30 de novembro, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

O tema dessa edição será “Glaucoma hoje“, e contará com duas palestras:

  • “Step Up: Tratamento avançado do Glaucoma” – Dr. Marcelo Jordão 
  • “Desmistificando o tratamento do fechamento angular” – Dr. Marcos Vianello

Teremos ainda a participação dos doutores e diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Não perca!

 


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O Dia Mundial do Diabetes é comemorado anualmente em 14 de novembro, data de aniversário de Sir Frederick Banting, codescobridor da insulina, juntamente com Charles Best. Desde 1991, nessa data existe uma mobilização em todo o planeta com a ênfase no azul, cor que reflete o céu e une todas as nações, também a cor do diabetes, cujo símbolo é um círculo azul, figura que simboliza a vida e a saúde.

Alguns objetivos das campanhas do Dia Mundial do Diabetes tem como foco alertar para o impacto da enfermidade, estimular políticas públicas que favoreçam e possibilitem aos portadores da doença viver mais e melhor, promover o diagnóstico precoce e orientar sobre formas de tratamento adequado.

O tema adotado para as campanhas dos anos de 2021 a 2023 é “Acesso aos Cuidados do Diabetes“.

Globalmente, estima-se que 422 milhões de adultos viviam com diabetes em 2014, em comparação com 108 milhões em 1980. A prevalência global de diabetes quase dobrou desde 1980, passando de 4,7% para 8,5% na população adulta. Isso reflete um aumento nos fatores de risco associados, como sobrepeso ou obesidade.

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina – hormônio produzido pelo pâncreas responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. Sua falta provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.

Dentre os problemas graves advindos com a doença está a retinopatia diabética, que pode levar à cegueira

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), tentam estimular a população a entender melhor a diabetes e os graves problemas que ela pode causar no olhos, dentre eles, o glaucoma, a catarata e a retinopatia diabética que, se não identificados e tratados precocemente, podem levar à cegueira.

De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil existem aproximadamente 16 milhões de pessoas com diabetes. A retinopatia diabética (RD) é uma das principais causas de perda visual grave. Afeta cerca de 30 milhões de indivíduos em todo o mundo e pode ser prevenida com rastreamento, detecção e tratamento oportunos. Entretanto, mesmo em países de alta renda, o acesso a exames oftalmológicos anuais é limitado a apenas um terço a metade dos adultos com diabetes, deixando um número substancial de pacientes em risco.

Ainda segundo a OMS, uma em cada 11 pessoas no mundo convive com diabetes. No Brasil, em um intervalo de 10 anos, houve um aumento de 60% no diagnóstico da doença, sendo 16 milhões de pessoas com diabetes. Na última Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, publicada em maio de 2020, no período entre 2006 e 2019 a prevalência de diabetes passou de 5,5% para 7,4%. A situação é grave e é importante que medidas de conscientização e prevenção sejam adotadas em caráter de urgência, segundo especialistas.

Segundo o diretor da SMO, Luiz Carlos Molinari Gomes, uma das principais complicações do mau controle do diabetes, é a retinopatia diabética. Cerca de 35% a 40% dos quatro milhões de brasileiros com retinopatia tem diabetes. O problema é causado pelo índice elevado de glicemia que degenera a retina e é a principal causa de cegueira irreversível em pacientes com diabetes.

De acordo com o Relatório Global da OMS, em 2014, há no mundo 146 milhões de adultos com esta doença ocular. Ela é responsável por 4,8% dos 37 milhões de casos de cegueira, o que equivale a 1,8 milhão de pessoas mundialmente. “As altas taxas de glicemia degeneram a retina e, com o tempo, a visão pode ser afetada, sendo a principal causa de cegueira.”

Um dos grandes problemas para a alta dos números tanto da diabetes quando da retinopatia diabética, segundo Molinari, é que a procura por exames, durante a pandemia, caiu drasticamente. Segundo levantamento do CBO, publicado no ano passado, entre janeiro e maio de 2020, o número de atendimentos caiu 36%, quando comparado com o mesmo período de 2019. Foram realizadas 2,5 milhões de consultas em 2020, contra 3,9 milhões em 2019. O oftalmologista explica que a diabetes é uma das principais causas de cegueira em pessoas em idade produtiva, dos 20 aos 60 anos, sendo que cerca de 90% dos casos poderiam ser evitados, com diagnóstico precoce e tratamento adequado.

Além de sensibilizar as pessoas sobre os riscos da retinopatia diabética, o CBO e a SMO se unem para educar as pessoas para que mudem seus hábitos e consigam controlar as taxas de glicemia, além de alertar para a importância da ida ao oftalmologista regularmente para realizar os exames preventivos de visão.

Entenda mais sobre a Retinopatia Diabética
  • É uma doença silenciosa. O paciente deve fazer exames oftalmológicos regulares e procurar um especialista caso tenha o diagnóstico de diabetes;
  • É caracterizada por uma lesão nos pequenos vasos sanguíneos que nutrem a retina, a região do olho responsável pela formação das imagens enviadas ao cérebro, formando a visão. A doença ocorre quando os níveis de glicose no sangue estão muito elevados, o que propicia dilatações e rompimentos das veias;
  • É a maior causa de cegueira em adultos e pode afetar jovens, adultos e idosos. Estima-se que 90% das pessoas com Diabetes tipo 1 e 60% das pessoas com a tipo 2 possam desenvolver a Retinopatia Diabética;
  • A pessoa passa a ver pontos ou manchas fluentes, tem dificuldade de distinguir cores e enxergar à noite;
  • Nos casos leves, a retinopatia diabética e o edema macular diabético são tratadas com o controle do diabetes, por meio da reeducação alimentar e o uso de insulina;
  • Casos mais graves necessitam de outros tratamentos, podendo haver a regressão da doença e a visão pode ser recuperada. Mas quanto maior a demora na intervenção, maior a degeneração das células da retina e a perda visual se torna irreversível.

retinopatia diabética pode aparecer  após alguns anos do inicio do diabetes e se deve também ao descontrole dos níveis de  glicemia. Ela afeta os pequenos vasos da retina e tem de ser controlada periodicamente através de exame de fundo de olho por um especialista em retina. Quando a retinopatia diabética não é tratada precocemente,  pode levar à perda irreversível da visão. Controle adequado dos níveis de glicose no sangue e visitas periódicas ao oftalmologista  são essenciais para evitar complicações oculares. Quando a retinopatia diabética evolui para a formação de edema de mácula é necessário recorrer a tratamento que pode ser aplicação de laser na retina ou injeções com medicamento antiangiogênico.

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