SMO e AMMG apresentam: SMO Talks – “Anisometropia: o grande desafio da refração”

É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia realiza mais uma edição do SMO Talks, evento que conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

No dia 18 de setembro, quinta-feira, a partir das 19h30, teremos uma edição com o tema “Anisometropia: o grande desafio da refração“, com palestra do Dr. Marcus Vinicius Souza, participação dos Drs. Luiz Carlos Molinari e Clairce Dayrell como debatedores e abertura feita pelo nosso presidente, Dr. Murilo Rodrigues. Não perca esse momento de atualização científica e troca de experiências!

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM. CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR.


Confira como foi:

Matéria retirada do site da Rádio Itatiaia

De acordo com estudos, VIZZ, à base de aceclidina, melhora a visão de perto e age sobre a pupila;

Os Estados Unidos aprovaram o primeiro colírio capaz de corrigir a vista cansada, ou presbiopia, sem o uso de óculos. A Food and Drug Administration (FDA) autorizou o uso da solução oftálmica VIZZ, desenvolvida pela biofarmacêutica LENZ Therapeutics, à base de aceclidina, tornando-o o primeiro medicamento desse tipo aprovado para o tratamento da presbiopia.

À Itatiaia, Luiz Carlos Molinari, diretor científico-adjunto da Associação Médica de Minas Gerais e diretor da Sociedade Mineira de Oftalmologia, afirmou que a presbiopia é uma condição comum que afeta pessoas a partir dos 40 anos, causando dificuldade para focar objetos próximos.

“É um processo natural de envelhecimento do olho, no qual o cristalino perde elasticidade, dificultando a acomodação visual para perto. Os sintomas incluem dificuldade para ler letras pequenas, necessidade de afastar objetos para enxergar com clareza e cansaço visual em tarefas de perto”, explica o especialista

Como funciona o VIZZ:

O colírio contém aceclidina, um agente colinérgico que atua no músculo da íris, contraindo a pupila. Isso aumenta a profundidade de foco e melhora a nitidez da visão de perto, gerando um efeito semelhante ao “pinhole” de uma câmera fotográfica. A melhora é visível cerca de 30 minutos após a aplicação e pode durar até 10 horas. Segundo Molinari, “ao reduzir o tamanho da pupila, a luz se concentra melhor na retina, melhorando a visão de perto sem comprometer a visão de longe”, completa o especialista.

Estudos clínicos e segurança:

A aprovação do VIZZ foi baseada em três ensaios clínicos de fase 3: CLARITY 1 e 2, com 466 pacientes acompanhados por 42 dias, e CLARITY 3, com 217 participantes avaliados por seis meses. Os estudos mostraram melhora significativa na visão de perto em comparação ao grupo controle, atingindo as metas primárias e secundárias.

Não foram registrados eventos adversos graves relacionados ao tratamento em mais de 30 mil dias de uso observado. Os efeitos colaterais mais comuns foram irritação ocular (cerca de 20% dos casos), visão ligeiramente turva (16%), dor de cabeça (13%) e vermelhidão nos olhos (8%). Todos os sintomas foram geralmente leves, temporários e autolimitados.

O VIZZ age diretamente na pupila, enquanto outros tratamentos para presbiopia podem afetar o músculo ciliar, causando desconforto. O colírio também tem duração prolongada, com uma única aplicação diária, diferente de outras soluções.

Quando chega no Brasil?

O VIZZ foi aprovado pelo FDA e deve ser lançado no mercado americano no final de 2025, com custo estimado de US$ 79 ( cerca de R$ 427,58) para 25 doses mensais. No Brasil, ainda não há previsão de aprovação ou lançamento, precisando, antes, ser avaliado pela Anvisa.

Cuidados e recomendações:

O uso do colírio deve ser feito sob orientação médica, pois cada paciente pode reagir de maneira diferente. O VIZZ não substitui os óculos em todas as situações, especialmente em atividades que exigem visão à distância ou em baixa luminosidade, como dirigir à noite.

Até que o medicamento esteja disponível no país, Molinari recomenda: “Procurar um oftalmologista credenciado para exames completos e prescrição de óculos quando necessário”.

Clima seco, uso de telas e ar-condicionado aumentam os casos de olho seco no inverno. Período também favorece o aparecimento de conjuntivite

Com a chegada do inverno e a queda na umidade do ar, aumentam os casos de desconforto ocular. A estação mais fria do ano, marcada por clima seco, pode desencadear ou agravar a chamada síndrome do olho seco — condição que afeta a lubrificação natural dos olhos e compromete a qualidade de vida.

Em julho de 2025, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) voltou a emitir alerta para Belo Horizonte e outras 392 cidades mineiras, com umidade variando entre 20% e 30%, o que já configura estado de atenção, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo o oftalmologista Luiz Carlos Molinari, Secretário da SMO e cooperado da Unimed-BH, o ambiente seco reduz a produção de lágrimas, deixando os olhos mais vulneráveis. “A baixa umidade compromete a lubrificação ocular, provocando sintomas como vermelhidão, coceira, ardência, sensação de areia nos olhos e até embaçamento visual, especialmente no fim do dia”, explica o médico.

Além do clima, o uso prolongado de telas também contribui para o agravamento do quadro. “Quando estamos concentrados em celulares, computadores ou televisores, piscamos menos. Isso favorece a evaporação da lágrima e o ressecamento da superfície ocular”, alerta Molinari.

O especialista destaca que, embora colírios lubrificantes estejam disponíveis sem prescrição, seu uso indiscriminado pode trazer riscos. “Alguns colírios contêm conservantes que podem causar reações alérgicas ou agravar o ressecamento. O uso excessivo pode levar à dependência e dificultar a lubrificação natural dos olhos”, afirma.

Molinari também chama atenção para os grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. “As crianças ainda estão com o sistema imunológico em desenvolvimento e os idosos, por sua vez, podem ter doenças pré-existentes que agravam o quadro. Ambos os grupos são mais suscetíveis à desidratação e infecções oculares”, alertou. Casos não tratados adequadamente podem evoluir para infecções mais graves, como ceratites e úlceras na córnea, com risco de perda da visão. “A córnea é a camada transparente que recobre o olho e é essencial para a visão. Quando comprometida, pode haver danos irreversíveis”, alerta o oftalmologista.

Período também favorece surgimento de casos de conjuntivite

O clima seco, comum no inverno da capital mineira, reduz a lubrificação natural dos olhos e favorece a concentração de poluentes, o que aumenta a incidência de conjuntivite viral e alérgica. A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva — a membrana transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras — e pode ter diferentes causas, sendo as mais comuns a viral e a alérgica. Nos dois casos é importante consultar um médico oftalmologista e evitar automedicação.

Segundo Molinari, a conjuntivite viral é geralmente causada por vírus como o adenovírus e é altamente contagiosa. Costuma começar em um olho e, em poucos dias, pode afetar o outro. “Os principais sintomas incluem vermelhidão, lacrimejamento excessivo, sensação de areia ou corpo estranho nos olhos, coceira, fotofobia (sensibilidade à luz) e secreção aquosa. Em alguns casos, pode haver ínguas doloridas próximas ao ouvido e sintomas respiratórios associados, como coriza e espirros”, explica o especialista.

O oftalmologista explica também que a conjuntivite alérgica não é contagiosa e está relacionada à exposição a alérgenos como poeira, pólen, pelos de animais ou ácaros. “Afeta geralmente os dois olhos ao mesmo tempo e provoca coceira intensa, lacrimejamento, vermelhidão, inchaço nas pálpebras e secreção clara ou gelatinosa. Também pode causar visão embaçada e estar associada a outros sintomas alérgicos, como espirros e nariz entupido, especialmente em pessoas com rinite alérgica”, declara.

Apesar de ambas causarem desconforto, o tratamento é diferente informa o médico. “A conjuntivite viral costuma se resolver sozinha em até duas semanas, exigindo apenas cuidados de higiene e colírios lubrificantes, enquanto a alérgica pode exigir o uso de antialérgicos e controle ambiental para evitar novos episódios”, disse.

Orientações do especialista

A boa notícia é que é possível prevenir os efeitos do tempo seco com cuidados simples e eficazes. Confira as orientações do especialista:

Dicas para proteger os olhos no inverno:
  • Hidrate-se bem: beba bastante água ao longo do dia para manter a produção de lágrimas.
  • Use umidificadores de ar ou coloque bacias com água nos ambientes para aumentar a umidade.
  • Evite exposição direta ao ar-condicionado e ao vento, que ressecam ainda mais os olhos.
  • Pisque com frequência, especialmente ao usar telas, para manter a lubrificação ocular.
  • Siga a regra 20-20-20: a cada 20 minutos, olhe para algo a 6 metros de distância por 20 segundos.
  • Use lágrimas artificiais sem conservantes, sempre com orientação médica.
  • Alimente-se bem, incluindo alimentos ricos em ômega 3, que ajudam na saúde ocular.
  • Use óculos com proteção UV ao sair ao sol, para proteger os olhos da radiação ultravioleta.

Consulte um oftalmologista regularmente, especialmente se houver sintomas persistentes.

Vem aí mais um SMO Talks, evento que conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e International Ocular Inflammation Society (IOIS).

No dia 24 de julho, quinta-feira, a partir das 19h30, teremos uma edição dedicada aos “Highlights Uveítes (IOIS)“, com palestras dos Drs. Daniel Vitor, Wilton Feitosa e André Curi, participação dos Drs. Luiz Carlos Molinari e Marcus Vinicius Souza como debatedores e abertura feita pelo nosso presidente, Dr. Murilo Rodrigues. Não perca essa oportunidade de atualização científica e troca de experiências!

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM. CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR.


Confira como foi:

A Sociedade Mineira de Oftalmologia é uma das apoiadoras do 1º Congresso de Oftalmologia da UNIBH, evento que acontecerá nos dias 19 e 20 de setembro.

O Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH) sediará a primeira edição do Congresso de Oftalmologia, um evento científico pensado especialmente para estudantes de medicina que desejam se aprofundar em uma das áreas mais fascinantes e pouco exploradas da graduação.

Durante dois dias de programação, contaremos com palestras, rodas de conversa com residentes, e a apresentação de trabalhos científicos, abordando temas relevantes da prática oftalmológica, desde a atenção básica até procedimentos especializados.

O evento será uma oportunidade única para enriquecer seu currículo, ampliar sua visão sobre a área e se conectar com profissionais e acadêmicos que compartilham o mesmo interesse.

Local: Auditório Carandá 3 – Campus Buritis

Programação:

  • 19/09 (sexta-feira): 19h às 22h
  • 20/09 (sábado): 8h às 13h

Certificação inclusa

Garanta sua vaga através do site: https://www.even3.com.br/visao-em-foco-596681/

Junho Violeta é mais do que uma campanha de conscientização — é um compromisso com a saúde visual da população.

Idealizada em 2018 pelo médico oftalmologista Renato Ambrósio Jr., a iniciativa tem como objetivo alertar sobre o ceratocone, uma condição que pode comprometer seriamente a visão se não for diagnosticada e tratada precocemente.

Neste cenário, você desempenha um papel essencial: orientar seus pacientes sobre os riscos do hábito de coçar os olhos, identificar precocemente os sinais da doença e apresentar as opções terapêuticas disponíveis. A campanha reforça que a desinformação pode ser mais prejudicial do que a própria condição — e que a atuação ética e educativa de especialistas faz toda a diferença.

Você sabia?

O ceratocone costuma surgir entre os 13 e 18 anos e tende a se estabilizar aos 35. No Brasil, estima-se que a doença afete cerca de 150 mil pessoas.

O hábito de coçar os olhos pode agravar a condição. A doença já é responsável por 1 em cada 5 transplantes de córnea no Brasil.

Consulte seu Oftalmologista regularmente e previna-se!

Fontes: Ministério da Saúde e Conselho Brasileiro de Oftalmologia

No último sábado, 7, a Sociedade Mineira de Oftalmologia esteve presente no Simpósio 2025 do Instituto Penido Burnier, realizado em Campinas.

Nosso Presidente, Dr. Murilo Rodrigues, apresentou uma palestra no painel de Plástica Ocular, e nosso associado e membro do Conselho Fiscal, Dr. Marcus Vinícius Souza, ministrou a aula inaugural do evento.

A SMO agradece a todos do Instituto Penido Burnier e os parabeniza pelo trabalho de excelência em prol da Oftalmologia.

Vem aí mais um SMO Talks, evento que conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

No dia 5 de junho, quinta-feira, a partir das 19h30, teremos uma edição dedicada aos “Highlights BRASCRS“, com palestras dos Doutores Frederico Pereira, Leonardo Torquetti e Clarice Dayrell, participação do Dr. Bruno Trindade como debatedor e abertura do nosso Presidente, Dr. Murilo Rodrigues.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM. CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR.

 


Confira como foi:

No próximo dia 22, quinta-feira, às 19h30, acontece mais uma edição do SMO Talks, evento que conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

O tema da vez será “Highlights Congresso SBG (Glaucoma)”, com palestras dos Doutores Alberto Diniz, Clarice Dayrell e Roberto Teixeira. Teremos ainda a participação ilustre dos Doutores Emílio Suzuki Júnior e Homero Gusmão de Almeida como debatedores.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM. CLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR.


Confira como foi:

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