Direitos previdenciários de quem possui visão monocular

Texto retirado do site Jornal Contábil

Você sabia que desde março de 2021, a visão monocular é classificada como deficiência sensorial, do tipo visual, para todos os efeitos legais? Essa determinação está prevista na Lei n. 14.126/2021.

Essa é uma ótima notícia para quem é portador de perda visual em um dos olhos.

Por muitos anos o INSS não considerou a visão monocular como um tipo de deficiência. Já o Judiciário tinha opinião contrária.

Agora, com essa nova lei, o entendimento é uniforme entre ambos e a decisão vem para garantir os direitos previdenciários para quem possui visão em apenas um olho.

Neste conteúdo, vamos explicar o que é a visão monocular e os direitos previdenciários que essa deficiência pode gerar ao segurado.

O que é Visão Monocular?

A visão monocular é considerada uma cegueira ou uma grave dificuldade de ver com um dos olhos. Seu CID é H54.4.

A pessoa com essa deficiência tem seu campo de visão reduzido e, inclusive, tem dificuldades em perceber questões de profundidade.

Essa situação pode trazer algumas complicações em atividades do dia a dia, na prática de esportes, dirigir, trabalhar, etc.

Como podemos perceber, essa condição pode comprometer a vida pessoal e profissional do indivíduo.

Por isso, essa nova lei vem para garantir o reconhecimento dessa deficiência e garantir os direitos ao cidadão acometido por ela.

Benefícios previdenciários para quem possui perda visual em um dos olhos

Com a lei 14.126/2021, a cegueira de apenas um olho passou a ser considerada uma deficiência.

Em virtude dessa decisão, o segurado passa a ter direito a alguns benefícios que antes, não era possível junto ao INSS.

Com a uniformização da lei, o segurado que possui a visão de apenas um olho poderá solicitar aposentadoria da pessoa com deficiência e, ainda, o Benefício Assistencial, conhecido como LOAs.

Outra possibilidade também, é a isenção do imposto de renda sobre os rendimentos de aposentadoria, pensão, ou reforma militar.

Vamos entender como cada um deles funciona.

Aposentadoria para quem tem visão monocular

Como já vimos em muitos conteúdos aqui em nosso blog, existem no INSS diversos tipos de aposentadoria.

Em virtude davisão monocular ser considerada como uma deficiência, logo, o primeiro benefício que vem em mente é a Aposentadoria da Pessoa com Deficiência.

Esse benefício é devido ao segurado que possui uma deficiência física, mental, intelectual ou sensorial. Essa modalidade pode ser dividida em dois tipos: por idade e por tempo de contribuição.

Aposentadoria PCD por idade

Como o nome já diz, para ter direito a esse benefício o segurado precisará atingir uma idade mínima para se aposentar. Além, claro de outros requisitos.

No caso da mulher, é preciso atingir 55 anos de idade e, no mínimo, 15 anos de contribuição. Nesses anos de contribuição, o trabalhador precisará comprovar a existência da deficiência nesse período.

Já para o homem, a idade mínima é de 60 anos de idade. Serão necessários também 15 anos de contribuição e comprovar a deficiência durante esse período.

Aposentadoria PCD por tempo de contribuição

Nesta modalidade de aposentadoria por tempo de contribuição, não será exigida uma idade mínima. Porém, o período mínimo exigido de trabalho varia conforme o grau da deficiência.

Esse grau pode ser leve, médio e grave.

LEVE: 33 anos de contribuição para os homens e 28 anos de contribuição para as mulheres;

MODERADA: 29 anos de contribuição para os homens e 24 anos de contribuição para as mulheres;

GRAVE: 25 anos de contribuição para os homens e 20 anos de contribuição para as mulheres;

E como saber qual é o grau da deficiência? O segurado deverá realizar perícia médica junto ao INSS para comprovar o grau da deficiência.

Quem tem visão monocular tem direito ao Loas

Outro benefício que a pessoa com visão monocular pode ter é o Benefício da Prestação Continuada da Pessoa com Deficiência.

Popularmente conhecido como LOAS, esse benefício garante um salário mínimo mensal à pessoa com deficiência.

Os requisitos exigidos são:

  • Possuir deficiência, de qualquer natureza, que impeça sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas OU estar possuir doença que gere incapacidade para o trabalho;
  • A renda familiar não pode ultrapassar 1/4 do salário mínimo por pessoa (o Judiciário acaba considerando, muitas vezes, renda de ½);
  • Cadastramento do beneficiário e de sua família no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico.
  • Inscrição do beneficiário e dos membros da família no Cadastro de Pessoa Física, CPF.
  • Por ser um benefício assistencial, não é obrigatória a contribuição para a Previdência Social.

Isenção do Imposto de Renda

A visão monocular passou a ser considerada como uma deficiência grave pela lei. Em virtude disso, é possível que seja solicitado a isenção do imposto de renda nessa situação.

A isenção se refere aos valores recebidos de aposentadoria, pensão ou reforma militar.

Se esse é o seu caso, separamos um conteúdo completo sobre Isenção do Imposto de Renda caso tenha interesse em entender mais sobre esse tema.

Conclusão

Ao chegar até aqui você aprendeu sobre os direitos da pessoa com visão monocular.

Essa deficiência passou a ser reconhecida pela lei, trazendo diversos benefícios aos seus portadores.

Uma decisão de extrema importância e mais do que merecida, visto que a visão de apenas um olho trás uma série de dificuldades na vida pessoal e profissional dessas pessoas.

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza no dia 10 de junho, às 19h30, mais uma edição do SMO Talks.

O tema desta edição será “Os desafios da Educação Médica” e terá a participação de:

  • Milton de Arruda Martins – Clínica Médica USP
  • Cristina Alvim – Pediatria UFMG
  • Jose Maria Peixoto – Cardiologia Unifenas-BH
  • Gustavo Raimondi – Saúde Coletiva UFU/Abem MG

O mediador do debate será o Diretor da SMO, Luiz Carlos Molinari (Medicina UFMG).

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Para participar, acesse o link. NÃO PERCA!

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza na próxima segunda-feira, 31, mais uma edição do SMO Talks.

O tema desta edição será “Saúde Digital e Transformações do Mercado” e terá a participação de Lorenzo Tomé, Médico Radiologista e CEO do portal Saúde Digital.

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Para participar, acesse o link. NÃO PERCA!


Confira como foi:

Em palestra ministrada no evento da Sociedade Mineira de Oftalmologia, SMO TALKS, Samuel Flam abordou os avanços obtidos pela cooperativa e seus médicos cooperados nos últimos sete anos.

A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) recebeu nesta quarta-feira, 12, o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam. Ele falou aos membros da entidade, a estudantes de medicina e a residentes na especialidade. Ao todo, participaram do evento on-line cerca de 60 pessoas.

João Neves de Medeiros, presidente da SMO, abriu o evento e elogiou a Unimed-BH e sua trajetória. “Tive oportunidade de trabalhar na Cooperativa, na área de Auditoria Médica, e posso dizer que é uma empresa que se esforça muito para fazer a coisa certa para que o sistema de saúde, tão complexo, funcione da melhor forma”, comentou. O secretário da entidade, médico cooperado da Unimed-BH e membro do Nicoop – Núcleo de Integração com Cooperados, Luiz Carlos Molinari, também participou do seminário. “De fato, é um privilégio ser médico cooperado e fazer parte de uma Cooperativa que prepara suas instâncias de governança”, afirmou.

Em sua fala, Samuel Flam abordou o cenário que temos no momento: o contexto econômico, o acirramento da concorrência e os desafios para o trabalho médico. Em seguida, ele trouxe alguns avanços conquistados pela Cooperativa e seus cooperados nos últimos sete anos. “Ao longo desses anos, enfrentamos diversos cenários complexos e nossa Cooperativa conseguiu se manter sólida e em crescimento”, comentou.

O diretor-presidente também trouxe informações sobre as iniciativas da Cooperativa no enfrentamento da pandemia e respondeu perguntas dos participantes ao final.

(Matéria reproduzida no site da UnimedBH)

Confira como foi:

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 12/05/2021 mais uma edição do SMO Talks.

O tema desta edição foi “Novos Desafios do Trabalho Médico” e contou a participação de Samuel Flam, presidente da UnimedBH.

Confira como foi:

No dia sete de maio são comemorados o “Dia Nacional da Saúde Ocular” e o “Dia do Oftalmologista”. A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) faz nesta data, às 20h, o SMO Talks Especial Dia do Oftalmologista com o tema “Transformações do Mercado Oftalmológico“, aberto aos profissionais médicos para celebrar as datas e falar um pouco sobre o que o jovem médico e os oftalmologistas em geral devem saber sobre os principais desafios na carreira, sobretudo, para quem está começando.

Com as fusões e aquisições no setor de saúde, o que esperar para os próximos anos e quais as perspectivas para quem entra agora em um mercado extremamente competitivo? Participam do encontro João Neves, Breno Mello, presidente e vice-presidente da SMO, respectivamente; Frederico Pena, presidente da Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia (SBAO) e Valério Ribeiro, assessor jurídico da SMO. O evento será realizado através da plataforma ZOOM. Para participar, basta acessar o link.

Segundo o secretário geral da SMO, Luiz Carlos Molinari, a atenção com a saúde ocular deve acontecer durante todas as fases da vida. Tem início na gestação, nos cuidados com a mãe durante o pré-natal, e nos recém-nascidos submetidos ao teste do olhinho, capaz de detectar, ainda na maternidade, doenças como catarata e glaucoma congênitos, tumor e outros problemas oculares.

Até os 12 anos

Molinari orienta que a criança deve ser encaminhada ao oftalmologista antes de completar um ano, para identificar problemas que possam impedir o desenvolvimento de uma visão de qualidade, e prevenir a cegueira infantil. “Os erros de refração, assim como o estrabismo, devem ser diagnosticados o mais precocemente possível, propiciando a melhor visão com a correção óptica adequada, evitando o atraso do desenvolvimento e o olho preguiçoso (ambliopia). São indicados exames aos quatro e depois em torno dos seis anos, e antes da alfabetização, e aos oito anos, fase em que o olho humano completa o desenvolvimento funcional definitivo. Após estas etapas da infância as visitas ao especialista são anuais, ou a qualquer momento, caso haja queixas oculares.”

A partir dos 13 anos

Levando-se em conta que o olho também envelhece, dos 13 aos 20 anos de idade os problemas de refração são mais frequentes (miopia, hipermetropia e astigmatismo), assim como o ceratocone, comum neste período da vida. De acordo com Molinari, tais irregularidades visuais podem ser solucionadas com o uso de lentes corretoras, e até, nas idades adequadas e atendendo às indicações específicas, cirurgias personalizadas. Essas são as de correção de grau e as técnicas de contenção do desenvolvimento do ceratocone.

Aos 40 anos

Aos 40 anos, o oftalmologista é procurado para solucionar as dificuldades de visão de perto; a presbiopia, conhecida como “vista cansada”. É importante que neste período o paciente seja submetido a uma avaliação oftalmológica, e não adquira no comércio as lupas para leitura, pois pode haver um mascaramento de problemas oculares, como catarata, glaucoma e outras.

A partir dos 60 anos

Por volta dos 60 ou 65 anos podem surgir problemas com a perda da transparência do cristalino, ou catarata, um risco real de cegueira, reversível com o auxílio de cirurgia e implante de lente intraocular.

Cuidados especiais

Para o secretário geral da SMO, alguns problemas demandam maior atenção, como nos casos de pacientes usuários de lentes de contato, que passaram por cirurgia refrativa, como miopia, glaucoma de difícil controle e portadores de retinopatia diabética ou degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Nesses casos, as consultas com o oftalmologista devem ser frequentes, para acompanhamento, e não apenas anuais. “Destacamos que é possível prevenir e tratar muitas enfermidades, e quando o cuidado é iniciado precocemente as chances são ainda maiores. O exame é um ato médico e só deve ser realizado pelo oftalmologista.”

Molinari acrescenta que no dia a dia algumas medidas são simples e contribuem para evitar doenças oculares. “Mantenha os olhos sempre higienizados, utilize óculos de sol, bonés, chapéus, para proteger do vento e das ações de raios UVA e UVB e evite coçá-los com frequência. No caso de olho seco, o profissional pode indicar lubrificantes oculares, ou lágrimas artificiais adequadas. Evite automedicação, como colírios contendo corticoides, que podem aumentar a incidência de catarata ou glaucoma. Mediante qualquer queixa, como dor, sensação de areia, olhos vermelhos ou falhas na visão, procure um oftalmologista.”

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 07/05/2021 mais um SMO Talks, dessa vez uma edição Especial Dia do Oftalmologista.

O tema do evento foi “Transformações do Mercado Oftalmológico” e contou com a participação dos oftalmologistas: João Neves (Presidente SMO), Frederico Pena (Presidente SBAO), Breno Mello (Vice-presidente SMO), e Valério Ribeiro (Assessor Jurídico SMO).

Confira como foi:

Perda da visão atinge milhares de brasileiros, mas pode ser evitável

 

A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), alerta para o combate à cegueira com o ‘Abril Marrom‘, mês que marca a campanha. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o Brasil possui 1,2 milhão de cegos. São mais de seis milhões de brasileiros com alguma deficiência visual, com causas variáveis. De acordo com o diretor da SMO, Luiz Carlos Molinari, na maioria dos casos, a perda da visão poderia ter sido evitada com prevenção e diagnóstico precoce, além de manter um acompanhamento com o médico oftalmologista. “Especialmente durante a pandemia da Covid-19 os cuidados com a saúde dos olhos não devem ser negligenciados”, explica.

Molinari orienta que a atenção com a saúde ocular deve acontecer durante todas as fases da vida, desde a gestação, com o pré-natal, os cuidados do recém-nascido (incluindo infecções congênitas, conjuntivites), infância (estrabismo, erros de refração-miopia, hipermetropia, astigmatismo), passando pela vida adulta até a velhice. “Outros problemas requerem maior cuidado, como pacientes que usam lentes de contato, têm miopia, glaucoma, ou passaram por cirurgia retrativa, por exemplo.”

O especialista ainda lembra que portadores de retinopatia diabética têm 40% de chances de ter glaucoma, e 60% de desenvolver catarata; e pacientes com degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que é uma perda progressiva da visão central, e a catarata, condição comum que ocorre com o envelhecimento. “Nesses casos, as consultas com o oftalmologista devem ser regulares, para acompanhamento, e não apenas visitas anuais.” Outras doenças podem ser diagnosticadas e tratadas através do exame ocular: hipertensão arterial, tumores, disfunções da tireoide, hanseníase, tuberculose, toxoplasmose, doenças reumáticas, Aids, lúpus, além das citadas acima.

O especialista também alerta a população para o cuidado necessário com as terapêuticas oferecidas no mercado, que prometem a cura de doenças oftalmológicas por meio de métodos duvidosos, além da atuação de profissionais não médicos no cuidado da visão. Ele reforça “a importância dos oftalmologistas para: diagnosticar, prescrever tratamento, acompanhar e orientar adequadamente o paciente quanto às suas necessidades oculares”. Especialmente, durante a pandemia, oriente-se previamente sobre como será a sua consulta e os seus exames e compareça!

O que você pode fazer para evitar problemas oculares:

– Alimentação: balanceada e adequada à sua rotina, incluindo alguns desses alimentos nas refeições e nos lanches: frutas vermelhas e cítricas, cenouras, folhas verdes, ovos, e peixes ajuda a evitar problemas na visão.

– Não fume. O tabagismo contribui para uveítes, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), síndrome do olho seco, catarata, etc.

– Não tome sol sem proteção. O uso de óculos de sol com proteção anti-UVA/UVB deve ser adotado já na primeira infância. Os raios UVA e UVB são cumulativos e podem levar ao câncer da membrana mucosa e transparente, a conjuntiva, que reveste e protege o globo ocular, além de seu espaçamento e fibrose (pterígio) e, ainda, inflamação da córnea, catarata, degeneração do vítreo e queimadura da retina com deterioração da visão central.

– Evite o uso excessivo de celulares, tablets e computadores, pois eles reduzem a produção de lágrimas (olho seco) e alteram o foco. O uso mais constante da visão de perto pelas crianças tem aumentado a prevalência da miopia.

– Evite colírios contendo vasocontritor ou corticoide sem indicação médica.

– Use protetores para evitar traumas oculares nas tarefas domésticas e no trabalho e reforce o cuidado com as crianças, pois os acidentes são mais frequentes no domicílio.

– O sono adequado pode contribuir para a fadiga ocular, que leva a irritação nos olhos, dificuldade de acomodação,olho seco ou lacrimejamento, visão turva e sensibilidade à luz. Procure dormir por sete horas e em ambiente com nenhuma ou baixa luminosidade.

– Agende uma consulta com o médico oftalmologista, sempre que necessário.

Sabe aquele brilho vermelho, geralmente indesejado, que preenche as pupilas, vez ou outra em fotos? Ele é causado pelo reflexo de estruturas que existem no “fundo de olho”, como retina, cabeça do nervo óptico e, em menor escala, coróide. A inspeção de tais estruturas é o “exame de fundo de olho”.

A forma mais simples e tradicional, mas também a mais limitada, de examinar o fundo de olho é a observação a partir do Oftalmoscópio Direto. Eventualmente, Pediatras, Clínicos Gerais e Neurologistas também fazem uso deste instrumento.

Oftalmoscópio Direto.

Visualização, bem mais rica em detalhes, pode ser alcançada por meio da Oftalmoscopia Binocular Indireta e da Biomicroscopia de Fundo. Estas modalidades são complementares uma à outra, sendo realizadas exclusivamente por Oftalmologistas.

Formas de visualização do “Fundo de Olho”: A) Oftalmoscopia Binocular Indireta; B) Biomicroscopia de Fundo.

Muitas doenças oculares podem ser diagnosticadas, ou terem a evolução clínica supervisionada a partir do exame de fundo de olho, por exemplo: Degeneração Macular Relacionada à Idade, Descolamento de Retina ou Glaucoma, entre outras. O mesmo ocorre para manifestações oculares de doenças como Diabetes Mellitus ou Hipertensão Arterial.

A partir dos achados clínicos do exame de fundo de olho, exames específicos a cada caso podem ser solicitados.

 

*Artigo publicado por Giuliano Freitas – Oftalmologista associado à SMO.

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