SMO realiza o curso de atualização com o tema “Baixa visão: avaliação, intervenção e perspectivas”

A Sociedade Mineira de Oftalmologia realizou no último sábado, 24 de fevereiro, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais, o curso de atualização com o tema “Baixa visão: avaliação, intervenção e perspectivas“.

O curso foi aberto a oftalmologistas, residentes e fellows em oftalmologia, pediatras, neurologistas e acadêmicos de medicina e demais profissionais de equipes multidisciplinares como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, pedagogos e psicólogos, com apoio da Associação Médica de Minas Gerais.

A SMO agradece a participação de todos(as)!

No dia 24 de fevereiro, sábado, a Sociedade Mineira de Oftalmologia em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais realiza o seu primeiro evento educativo de 2024: um curso sobre “Baixa visão: avaliação, intervenção e perspectivas”.

O curso é destinado a oftalmologistas (residentes e fellows), profissionais da equipe multidisciplinar (fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, pedagogos, psicólogos, pediatras, neurologistas, etc) e acadêmicos de medicina. As inscrições podem ser feitas através do link.

É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia está na programação científica do 42º Congresso do Hospital São Geraldo, realizando dois simpósios no próximo sábado, 18.

  • 8h às 10h
    Medicina – Mídia e Carreira
    Discussões sobre “Gestão Financeira e Tributária para Clínicas” e “Marketing de Experiência na Jornada do Paciente: destaque profissional no Universo Digital
    Com Breno de Mello, Marcos Vianello, Daniela Collen, Rodrigo Hofman e Luciane Maldonado.

 

  • 11h às 13h
    Defesa e Valorização Profissional em Oftalmologia
    Apresentação e discussão sobre os relatórios de atuação jurídica da SMO e do CBO.
    Com Luiz Carlos Molinari, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, Valério Ribeiro e Heron Pedroso.

As inscrições só poderão ser feitas no local do evento. Para mais informações, acesse saogeraldo2023.com.br.

É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza no dia 09 de novembro, quarta-feira, às 19h30, realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e EssilorLuxottica.

Nesta edição, como parte da Varilux XR Séries, teremos uma aula sobre “As lentes responsivas aos olhos presbitas na era digital” com Amauri Santana (Especialista em Treinamento EssilorLuxottica), e uma palestra sobre “Dicas para uma prescrição eficaz no paciente presbita“, ministrada pelo Dr. Cesar Lipener. Teremos ainda a participação dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari, como debatedores.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Não perca!

 


Confira como foi:

No dia 04 de outubro, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e Abbvie.

Teremos uma palestra com nossos associados, Dr. Marcus Vinicius Souza e Dr. Breno de Mello, falando sobre “Como abordar o Olho Seco“, com mediação do diretor da SMO, Dr. Luiz Carlos Molinari.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Não perca!

 


Confira como foi:

‘Setembro Verde’ aborda a doação de órgãos em geral, orientando a população sobre a importância do tema

De acordo com a Agência Brasil, órgão público de notícias, a demanda, especificamente, por transplante de córnea no Brasil dobrou ao longo dos últimos cinco anos. Em 2019 eram 12.212 pessoas na fila e até maio deste ano cerca 24 mil e 300 pacientes estão na espera. As campanhas para doação do órgão são realizadas durante todos os meses e são intensificadas no ‘Setembro Verde’ que aborda os transplantes de maneira geral. A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) reforça o movimento orientando a população sobre a importância de ser um doador.

Um dos entraves tanto para o transplante de córnea quanto de outros órgãos é que, desde o desaceleramento da pandemia da Covid-19, o volume de procedimentos não retornou ao normal. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), o total de intervenções feitas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2022 é menor do que o que era executado no início da década passada. O diretor da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e da SMO, Luiz Carlos Molinari, explica que a cirurgia na córnea pode recuperar em mais de 90% a visão do paciente com alguma deficiência visual.

Molinari ainda esclarece que a córnea é um tecido transparente que fica na parte da frente do olho que pode ser comparada ao vidro de um relógio ou a uma lente de contato. “Se a córnea embaça a pessoa pode ter a visão bastante reduzida ou, às vezes, até perder a visão”, acrescenta. Conforme ele, a decisão de transplantar um paciente ocorre quando todos os outros tratamentos já não são eficientes para manter a qualidade de vida e, nesse caso, resolver o problema visual.

Dados da CBO de maio deste ano mostram que São Paulo contabiliza nove unidades de transplante e responde por um terço das cirurgias de córnea: foram 29,9 mil intervenções entre 2012 e 2022. Em seguida está Pernambuco com 5770 procedimentos, Minas Gerais com 5696, Paraná com 4946 e Ceará com 4727. Na outra extremidade estão Tocantins, Acre, Rondônia, Alagoas e Paraíba com respectivamente 145, 237, 569, 625, e 1115 transplantes de córnea. Em todo o país, o Ministério da Saúde informa que 24 estados possuem pelo menos um banco de tecidos oculares na rede pública, exceto Acre, Amapá e Roraima.

“Deixar claro que a pessoa é um possível doador de órgãos é extremamente importante, assim como orientar as famílias sobre a difícil decisão no momento da perda de um ente querido”, salienta Molinari. Para ele também é necessário lembrar a necessidade de equipes bem treinadas para a retirada do órgão em tempo hábil para o transplante e a boa comunicação entre as instituições responsáveis por todo o processo. Em Minas Gerais, a fila de espera e outras informações ficam a cargo do MG Transplantes.

No dia 20 de setembro, quarta-feira, às 19h30, a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza mais uma edição do SMO TALKS! O evento conta com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

Teremos a participação de dois palestrantes e associados, Dr. Pedro Paulo Reis e Dr. Arnaldo Castro, abordando o tema “Cirurgia Refrativa: segredos da prática diária“. Teremos também a participação dos diretores da SMO, Breno de Mello e Luiz Carlos Molinari.

O evento é aberto a toda comunidade médica e será transmitido ao vivo através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Não perca!

 


Confira como foi:

O CURSO DE OFTALMOLOGIA NA ATENÇÃO BÁSICA é um evento destinado a acadêmicos de medicina e médicos que desejam ampliar os conhecimentos sobre oftalmologia na atenção básica.

O evento contará com aulas variadas ministradas por palestrantes renomados.

O curso ocorrerá em formato presencial nos dias 01 e 02 de setembro de 2023, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG).

Faça sua inscrição clicando no link!

No dia 20 de julho, a Sociedade Mineira de Oftalmologia realizou uma palestra com o Dr. Valério Ribeiro, Advogado e Assessor Jurídico da entidade, com o tema “Responsabilidade Civil na Oftalmologia“. A palestra foi realizada via ZOOM e teve como público-alvo os médicos recém-formados da SMO.

Doença afeta milhares de brasileiros e pode levar a problemas mais sérios da visão

Você já sentiu aquela sensação de olho seco, provocando muitas vezes dores e a sensação de areia ao enxergar? Julho é lembrado como o mês do ‘Olho Seco’ e a sede da Associação Médica de Minas Gerais é iluminada de azul, alusivo a cor turquesa que celebra o tema. Em parceria com a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), a campanha tem como objetivo alertar e combater uma doença que atinge 18 milhões de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco (APOS), o que representa entre 13 e 24% da população no país que sofrem com alterações na produção de lágrimas. Essa é uma condição relativamente comum, caracterizada por composição anormal do filme lacrimal e inflamação da superfície ocular. Estima-se uma prevalência mundial estimada de 5% a 50%.

De acordo com o diretor da SMO e da AMMG, Luiz Carlos Molinari Gomes, isso inicia um ciclo vicioso de inflamação e dano da superfície ocular que pode prejudicar a qualidade de vida e a visão dos pacientes afetados. “Muitos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da doença, incluindo as doenças oculares e sistêmicas, o uso de medicamentos tópicos e sistêmicos, as condições ambientais, o uso de lentes de contato, a má qualidade do ar, o tabagismo, a história médica pregressa, a poluição e pós operatórios de cirurgia oculares.”

Molinari explica que é uma causa comum de visita ao oftalmologista, afetando mais mulheres que homens, associada a sintomas como visão borrada, desconforto ocular e sensação de ressecamento. Dentre os sintomas estão: ardor, irritação, sensação de areia nos olhos, dificuldades para ficar em lugares com ar-condicionado ou em frente ao computador, olhos embaçados ao final do dia, coceira, vermelhidão, lacrimejamento excessivo e sensibilidade à luz.

O especialista explica que pelo fato do distúrbio ser crônico, o tratamento geralmente é de longo prazo e pode utilizar intervenções farmacológicas e não farmacológicas para abordar todos os componentes etiológicos. “O gerenciamento a longo prazo pode ser desafiador e, na maioria das vezes, deve envolver o encaminhamento de um oftalmologista. No entanto, os médicos de cuidados primários são, frequentemente, os primeiros a atender os pacientes com a doença e, de maneira importante, fornecem diagnóstico inicial e educação preliminar do paciente sobre o processo da doença. Eles devem considerar a prescrição de medicamentos com menos efeitos na superfície ocular sempre que possível em pacientes com risco ou com doença de olho seco existente.”

O diretor reforça que o manejo bem sucedido da doença do olho seco geralmente requer o uso de várias terapias farmacológicas e/ou não farmacológicas, bem como modificações ambientais e de estilo de vida, para mitigar as etiologias subjacentes e restaurar a homeostase do filme lacrimal. “O problema pode estar ligado a outros fatores como o uso exagerado de tecnologias como smartphones e computadores.” Além disto, o médico afirma que a expectativa de vida aumentou, expandindo as doenças crônicas, deficiência de vitaminas e a ingestão de medicamentos diuréticos, antidepressivos e anti-histamínico. Ele alerta ainda para a necessidade de procurar um médico oftalmologista para obter um diagnóstico correto e identificar as causas da doença.

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