Confira como foi mais uma edição do SMO Talks – “Uveítes”

A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU) e com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 19/08/2021 mais uma edição do SMO Talks.

Essa edição foi dedicada à “Uveítes”, conjunto de doenças nos olhos decorrente de uma inflamação do trato uveal ou úvea.

O evento teve a participação das doutoras Emiliana Valadares (Presidente da SBU) e Juliana Oréfice (Mentora da Residência do COMG), além dos doutores Daniel Vitor V. Santos (Professor de Medicina da UFMG) e Luiz Carlos Molinari (Diretor SMO). Confira:

No episódio #5 do Podcast SMO talks, tivemos uma convidada muito especial: Doutora Emiliana Valadares, Presidente da Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU). Ela possui um currículo vasto e uma trajetória incrível na oftalmologia.

Hoje, nosso objetivo é conhecer a vida pessoal da doutora, suas viagens, suas comidas preferidas e seus hobbies além do trabalho. A conversa traz vários ensinamentos e dicas de como conciliar uma carreira médica bem sucedida com uma vida pessoal equilibrada! Confira!

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU) e com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza no próximo dia 19, quinta-feira, às 19h30, mais uma edição do SMO Talks!

O tema desta edição será dedicado à “Uveítes”, e contará com a participação das doutoras Emiliana Valadares (Presidente da SBU) e Juliana Oréfice (Mentora da Residência do COMG), além dos doutores Daniel Vitor V. Santos (Professor de Medicina da UFMG) e Luiz Carlos Molinari (Diretor SMO).

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Esperamos você!

Lubrificantes oculares, ou “Lágrimas Artificiais” como são mais conhecidos, são medicamentos amplamente utilizados em Oftalmologia: do tratamento da Síndrome do Olho Seco, ao Pós-operatório de Cirurgia Refrativa. No entanto, esse uso nem sempre ocorre da maneira correta.

O uso incorreto, começa muitas vezes por alguma “confusão” com outras categorias de medicamentos, tais como:

  • Vasoconstrictores: esses colírios têm por finalidade amenizar a “vermelhidão” presente em irritações da superfície ocular. Os efeitos, quando presentes, costumam ter curta duração e demandar múltiplas aplicações.
  • Corticóides: o uso inadvertido desses colírios pode ser ainda mais perigoso, pois eventualmente resultam em catarata, glaucoma ou, mesmo, agravamento de algumas infecções, particularmente, a Ceratite Epitelial Herpética.

Mesmo quando o medicamento for, de fato, um lubrificante, uma série de fatores deve ser levada em consideração por ocasião da escolha:

  • Composição: Determina a apresentação (sob a forma de gel, ou colírio); a quantidade de aplicações diárias; a possibilidade de ser utilizado sobre lentes de contato; o risco potencial de reações alérgicas, bem como o tempo de descarte após a abertura do frasco (sim, a data de validade expressa na embalagem faz referência ao produto lacrado, sendo poucos os que podem ser utilizados mais de 2 meses após o início do uso).
  • Preço: Há lubrificantes que custam por volta de R$ 15,00, enquanto outros superam os R$ 100,00.

Apesar de não demandarem prescrição médica para serem adquiridos, o Oftalmologista pode orientar a seleção do lubrificante mais apropriado às necessidades de cada paciente.

 

*Artigo publicado por Giuliano Freitas – Oftalmologista associado à SMO.

No episódio #4 do Podcast SMO Talks,  vamos conversar com a Doutora Luciene Chaves, associada da SMO e Ex-Presidente da Sociedade Brasileira de Visão Subnormal, e conhecer melhor as suas particularidades. Ela vai dar dicas para os médicos residentes, vai falar sobre a sua carreira médica, suas viagens e muito mais! Não deixem de acompanhar até o final!

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 10/06/2021 mais uma edição do SMO Talks.

O tema desta edição foi “Os desafios da Educação Médica” e contou a participação de:

  • Cristina Alvim – Pediatria UFMG
  • Jose Maria Peixoto – Cardiologia Unifenas-BH
  • Gustavo Raimondi – Saúde Coletiva UFU/Abem MG

O mediador do debate foi o Diretor da SMO, Luiz Carlos Molinari (Medicina UFMG).

Confira como foi:

Nossa conversa do episódio #3 do Podcast SMO Talks é com Doutor Mansur Ticly, médico oftalmologista na cidade de Lavras – MG. Ele vai contar sobre suas particularidades, suas viagens, sua família e sobre a sua vida profissional.

Com esse episódio você vai aprender muitas lições. Escute até o final através do link e fique por dentro de tudo!

Um bate-papo descontraído com grandes nomes da Oftalmologia mineira e brasileira.

Por aqui, falamos não somente de Oftalmologia, mas também de música, arte, poesia, política, ciência e medicina, focado na história dos nossos convidados.

No primeiro episódio, tivemos a ilustre participação do Dr. Elisabeto Ribeiro Gonçalves, o primeiro presidente da Sociedade Mineira de Oftalmologia. Acesse o link e confira!

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 12/05/2021 mais uma edição do SMO Talks.

O tema desta edição foi “Novos Desafios do Trabalho Médico” e contou a participação de Samuel Flam, presidente da UnimedBH.

Confira como foi:

No dia sete de maio são comemorados o “Dia Nacional da Saúde Ocular” e o “Dia do Oftalmologista”. A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) faz nesta data, às 20h, o SMO Talks Especial Dia do Oftalmologista com o tema “Transformações do Mercado Oftalmológico“, aberto aos profissionais médicos para celebrar as datas e falar um pouco sobre o que o jovem médico e os oftalmologistas em geral devem saber sobre os principais desafios na carreira, sobretudo, para quem está começando.

Com as fusões e aquisições no setor de saúde, o que esperar para os próximos anos e quais as perspectivas para quem entra agora em um mercado extremamente competitivo? Participam do encontro João Neves, Breno Mello, presidente e vice-presidente da SMO, respectivamente; Frederico Pena, presidente da Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia (SBAO) e Valério Ribeiro, assessor jurídico da SMO. O evento será realizado através da plataforma ZOOM. Para participar, basta acessar o link.

Segundo o secretário geral da SMO, Luiz Carlos Molinari, a atenção com a saúde ocular deve acontecer durante todas as fases da vida. Tem início na gestação, nos cuidados com a mãe durante o pré-natal, e nos recém-nascidos submetidos ao teste do olhinho, capaz de detectar, ainda na maternidade, doenças como catarata e glaucoma congênitos, tumor e outros problemas oculares.

Até os 12 anos

Molinari orienta que a criança deve ser encaminhada ao oftalmologista antes de completar um ano, para identificar problemas que possam impedir o desenvolvimento de uma visão de qualidade, e prevenir a cegueira infantil. “Os erros de refração, assim como o estrabismo, devem ser diagnosticados o mais precocemente possível, propiciando a melhor visão com a correção óptica adequada, evitando o atraso do desenvolvimento e o olho preguiçoso (ambliopia). São indicados exames aos quatro e depois em torno dos seis anos, e antes da alfabetização, e aos oito anos, fase em que o olho humano completa o desenvolvimento funcional definitivo. Após estas etapas da infância as visitas ao especialista são anuais, ou a qualquer momento, caso haja queixas oculares.”

A partir dos 13 anos

Levando-se em conta que o olho também envelhece, dos 13 aos 20 anos de idade os problemas de refração são mais frequentes (miopia, hipermetropia e astigmatismo), assim como o ceratocone, comum neste período da vida. De acordo com Molinari, tais irregularidades visuais podem ser solucionadas com o uso de lentes corretoras, e até, nas idades adequadas e atendendo às indicações específicas, cirurgias personalizadas. Essas são as de correção de grau e as técnicas de contenção do desenvolvimento do ceratocone.

Aos 40 anos

Aos 40 anos, o oftalmologista é procurado para solucionar as dificuldades de visão de perto; a presbiopia, conhecida como “vista cansada”. É importante que neste período o paciente seja submetido a uma avaliação oftalmológica, e não adquira no comércio as lupas para leitura, pois pode haver um mascaramento de problemas oculares, como catarata, glaucoma e outras.

A partir dos 60 anos

Por volta dos 60 ou 65 anos podem surgir problemas com a perda da transparência do cristalino, ou catarata, um risco real de cegueira, reversível com o auxílio de cirurgia e implante de lente intraocular.

Cuidados especiais

Para o secretário geral da SMO, alguns problemas demandam maior atenção, como nos casos de pacientes usuários de lentes de contato, que passaram por cirurgia refrativa, como miopia, glaucoma de difícil controle e portadores de retinopatia diabética ou degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Nesses casos, as consultas com o oftalmologista devem ser frequentes, para acompanhamento, e não apenas anuais. “Destacamos que é possível prevenir e tratar muitas enfermidades, e quando o cuidado é iniciado precocemente as chances são ainda maiores. O exame é um ato médico e só deve ser realizado pelo oftalmologista.”

Molinari acrescenta que no dia a dia algumas medidas são simples e contribuem para evitar doenças oculares. “Mantenha os olhos sempre higienizados, utilize óculos de sol, bonés, chapéus, para proteger do vento e das ações de raios UVA e UVB e evite coçá-los com frequência. No caso de olho seco, o profissional pode indicar lubrificantes oculares, ou lágrimas artificiais adequadas. Evite automedicação, como colírios contendo corticoides, que podem aumentar a incidência de catarata ou glaucoma. Mediante qualquer queixa, como dor, sensação de areia, olhos vermelhos ou falhas na visão, procure um oftalmologista.”

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