SMO, CBO e AMMG apresentam: SMO Talks – “Projeto Matrizes por Competência (CBO)”

É com prazer que a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza no próximo dia 28, quinta-feira, às 19h30, mais uma edição do SMO TALKS!

O tema do evento será o “Projeto Matrizes por Competências em Oftalmologia“, do CBO. Teremos a participação da Coordenadora da Comissão De Ensino do CBO, Dra. Maria Auxiliadora Frazão, dos membros de nossa Diretoria, João Neves (Presidente) e Luiz Carlos Molinari (Diretor), além de Coordenadores de Residência e demais colegas Oftalmologistas.

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Esperamos você!

Meus amigos e minhas amigas, colegas de profissão!

Trago para vocês uma mensagem de confiança e de esperança.

Estejam certos de que o Conselho Brasileiro de Oftalmologia já está tomando todas as providências legais e jurídicas cabíveis para cassar os efeitos de decisão liminar tomada surpreendentemente, autorizando optometristas com formação superior a exercerem atos privativos de médicos em relação à saúde ocular da população brasileira.

Com esta decisão, foi ignorada a posição adotada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, que em julgamento histórico da ADPF 131, em 2020, acolheu os argumentos da Oftalmologia brasileira e proibiu optometristas e óticas de realizarem procedimentos que colocam em risco a integridade de milhões de pessoas.

Contamos com o apoio amplo e irrestrito de todos os oftalmologistas nesta nova batalha que exigirá do CBO empenho para suspender os efeitos dessa decisão monocrática e fazer valer o pensamento do colegiado do STF.

Foi assim que procedemos ao longo de 13 anos de discussões na mais alta instância da justiça brasileira. Em nenhum momento, o CBO baixou sua guarda. Pelo contrário, agiu sempre com agilidade e de forma precisa, trazendo aos ministros informações que os ajudaram em sua tomada de decisão em plenário.

Acreditamos que novamente teremos êxito ao relembrá-los todas as implicações que podem ter origem nesta medida.

No julgamento marcado para esta semana, esperamos que o STF continue a correta leitura legal e técnica dos fatos, em seu papel de agente protetor da vida e o bem-estar dos brasileiros.

A população precisa dessa proteção, de ter a segurança jurídica necessária que a deixe livre da atuação de profissionais cuja formação não os prepara adequadamente para diagnosticar doenças da visão e prescrever tratamentos.

Infelizmente, nos consultórios oftalmológicos, deparamos com quadros clínicos em estado avançado que poderiam ter sido evitados se optometristas não tivessem oferecido apenas lentes e óculos para a população.

Ao fazerem isso, essas pessoas, de forma culposa, maquiaram sinais e sintomas, permitindo que doenças de fundo, como catarata, glaucoma e retinopatia diabética, entre outras, evoluíssem, levando a milhares de casos de perda parcial ou total da visão.

O CBO vai lutar até às últimas consequências para que ações irresponsáveis não prosperem, evitando a mutilação do nosso povo.

Juntos, meus colegas de profissão, vamos trabalhar para que os efeitos proibitivos garantidos pelo julgamento da ADPF 131 sejam preservados.

Como o Plenário do STF julgou, devem ser mantidos os seguintes pontos:

1) A proibição para que optometristas instalem consultórios e façam a avaliação de acuidade visual de pacientes.
2) A proibição para que optometristas confeccionem e comercializem lentes de contato e de óculos sem prescrição médica.
3) A confirmação do potencial lesivo para a população relacionado à prática da optometria, que pode ser exercido dentro dos limites de suas competências e habilidades sob pena de prejuízos individuais e coletivos, se forem desconsiderados ou desrespeitados.

Não me despeço de vocês, porque o CBO se mantém aqui, atento e alerta, pronto a responder qualquer dúvida e esclarecimento.

Nossas equipes estão de prontidão e vigilantes para mais essa batalha que será vencida com argumentos técnicos e legais, arrolados com base na ética e na verdade.

Um abraço em todos,

José Beniz Neto (Presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia)

Neste dia 14 de outubro, especialistas explicam que 285 milhões de pessoas sofrem de deficiência visual moderada ou grave

 

A data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), chama a atenção para os perigos à visão, como a cegueira e a deficiência visual. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), são 285 milhões de pessoas que sofrem de deficiência visual moderada ou grave no mundo; 90% destas vivem em países em desenvolvimento; 65% têm mais de 50 anos e cerca de 40 milhões de pessoas são cegas. Segundo o diretor da Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), Luiz Carlos Molinari Gomes, a cada cinco segundos uma pessoa fica cega no mundo e 80% da deficiência visual é evitável, podendo ser prevenida ou tratada.

Molinari chama atenção para o perigo das crenças populares ligadas aos olhos. Uma delas é a relacionada ao terçol. Diz a lenda que é possível curá-lo com auxílio de um anel quente. “Além de ser uma medida ineficaz, esse método pode agravar o problema, causando contaminação local e uma lesão ainda maior em consequência de uma queimadura. Em casos de terçol, o mais indicado é consultar o médico oftalmologista, que poderá avaliar o quadro e indicar o tratamento mais adequado.”

Outras chegam a ser engraçadas, conta o especialista, como a de tomar vento ao ‘cruzar’ os olhos pode fazer com que eles fiquem dessa forma permanentemente. O oftalmologista explica que o estrabismo ocorre quando há uma disfunção nos músculos oculares, que pode ocorrer por diversos fatores, mas não pelo vento.

No caso de dúvidas, Molinari recomenda não se arriscar. “O mais indicado é procurar um oftalmologista, nunca passar produtos caseiros e fazer o acompanhamento constante para evitar problemas futuros que podem ser perfeitamente evitáveis.”

A alimentação equilibrada e saúde combinam muito bem. Incluir frutas, legumes e verduras nas refeições é a melhor forma de obter os nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo. No entanto, o consumo de vitaminas por si só não é capaz de curar problemas de visão. Diante de qualquer alteração, é importante consultar um médico oftalmologista, para que ele possa avaliar o quadro e orientar quanto ao tratamento mais adequado.

Já algumas doenças oculares podem ser controladas com remédios e tratamentos, especialmente, como medidas preventivas. A catarata, porém, não é um desses casos. Se você já ouviu que alguém curou a catarata com remédios ou outros tipos de tratamento, atenção! De acordo com os médicos oftalmologistas e com o CBO, o único tratamento para a catarata é a cirurgia.

Exercícios físicos e saúde ocular: há alguma relação?

Quando se fala em exercícios físicos, logo relacionamos à perda de peso, ao aumento da resistência e ao ganho de massa muscular. Mas a prática também faz bem à saúde dos olhos. Pesquisas apontam que a eles podem ajudar na prevenção de algumas doenças oculares, como retinopatia diabética, glaucoma, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), ceratocone, catarata e miopia. Mas é importante ficar atento a alguns cuidados pois a prática esportiva é o quarto colocado no ranking de motivos de lesões oculares.

  • Evite tocar nos olhos com as mãos sujas para prevenir infecções e lesões. É comum que o suor comece a escorrer pela testa. Mantenha uma toalha limpa por perto para se secar;
  • Óculos de sol com lentes de filtro UV devem ser usados por quem pratica esportes e atividades ao ar livre, exposto ao sol. Também é importante o uso de chapéu ou boné;
  • Os óculos de grau tornam-se perigosos durante a prática de certos exercícios físicos. Em atividades de alto impacto e velocidade, quando acontece uma colisão, os óculos podem gerar fragmentos e levar a cortes e lesões graves. O ideal é usar lentes de contato ou modelos próprios para a prática;
  • No futebol, evite cabeçadas e invista em equipamentos de proteção. Impactos muito fortes podem gerar o deslocamento de retina e lesões oculares.

Saiba mais sobre os problemas mais comuns da visão

  • Miopia – Dificuldade para enxergar o que está longe;
  • Hipermetropia – Dificuldade para enxergar o que está perto;
  • Astigmatismo – Dificuldade para enxergar, independentemente da distância
  • Ambliopia – Diminuição da capacidade visual que acontece, principalmente, pela falta de estímulo ao olho durante o desenvolvimento da visão;

Estrabismo – Desequilíbrio na função dos músculos oculares, fazendo com que os dois olhos não fixem o mesmo ponto ou objeto ao mesmo tempo. Pais e professores devem ficar atentos aos sinais de que a criança pode ter alguma dificuldade para enxergar e buscar ajuda médica o mais rápido possível.

 

Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)

A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 16/09/2021 mais uma edição do SMO Talks.

O evento foi dedicado à debater a respeito da “Atuação da Frente Parlamentar da Medicina no Congresso Nacional“, e contou com a participação do Deputado Federal Hiran Gonçalves, Elisabeto Ribeiro (Ex-Presidente da SMO), Fábio Guerra (Presidente da AMMG) e dos membros de nossa Diretoria, João Neves (Presidente), Luiz Carlos Molinari (Diretor) e Valério Ribeiro (Assessor Jurídico).

Confira:

É com imensa satisfação que a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza no próximo dia 16, quinta-feira, às 19h30, mais uma edição do SMO TALKS!

Na ocasião, iremos debater a respeito da “Atuação da Frente Parlamentar da Medicina no Congresso Nacional“, e teremos a participação do Deputado Federal Hiran Gonçalves, Elisabeto Ribeiro (Ex-Presidente da SMO), Fábio Guerra (Presidente da AMMG) e dos membros de nossa Diretoria, João Neves (Presidente), Luiz Carlos Molinari (Diretor) e Valério Ribeiro (Assessor Jurídico).

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Esperamos você!

A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU) e com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realizou no dia 19/08/2021 mais uma edição do SMO Talks.

Essa edição foi dedicada à “Uveítes”, conjunto de doenças nos olhos decorrente de uma inflamação do trato uveal ou úvea.

O evento teve a participação das doutoras Emiliana Valadares (Presidente da SBU) e Juliana Oréfice (Mentora da Residência do COMG), além dos doutores Daniel Vitor V. Santos (Professor de Medicina da UFMG) e Luiz Carlos Molinari (Diretor SMO). Confira:

No episódio #5 do Podcast SMO talks, tivemos uma convidada muito especial: Doutora Emiliana Valadares, Presidente da Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU). Ela possui um currículo vasto e uma trajetória incrível na oftalmologia.

Hoje, nosso objetivo é conhecer a vida pessoal da doutora, suas viagens, suas comidas preferidas e seus hobbies além do trabalho. A conversa traz vários ensinamentos e dicas de como conciliar uma carreira médica bem sucedida com uma vida pessoal equilibrada! Confira!

Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO), em parceria com a Sociedade Brasileira de Uveítes (SBU) e com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), realiza no próximo dia 19, quinta-feira, às 19h30, mais uma edição do SMO Talks!

O tema desta edição será dedicado à “Uveítes”, e contará com a participação das doutoras Emiliana Valadares (Presidente da SBU) e Juliana Oréfice (Mentora da Residência do COMG), além dos doutores Daniel Vitor V. Santos (Professor de Medicina da UFMG) e Luiz Carlos Molinari (Diretor SMO).

O evento será transmitido ao vivo, através da plataforma ZOOM.  Participe através do LINK. Esperamos você!

Lubrificantes oculares, ou “Lágrimas Artificiais” como são mais conhecidos, são medicamentos amplamente utilizados em Oftalmologia: do tratamento da Síndrome do Olho Seco, ao Pós-operatório de Cirurgia Refrativa. No entanto, esse uso nem sempre ocorre da maneira correta.

O uso incorreto, começa muitas vezes por alguma “confusão” com outras categorias de medicamentos, tais como:

  • Vasoconstrictores: esses colírios têm por finalidade amenizar a “vermelhidão” presente em irritações da superfície ocular. Os efeitos, quando presentes, costumam ter curta duração e demandar múltiplas aplicações.
  • Corticóides: o uso inadvertido desses colírios pode ser ainda mais perigoso, pois eventualmente resultam em catarata, glaucoma ou, mesmo, agravamento de algumas infecções, particularmente, a Ceratite Epitelial Herpética.

Mesmo quando o medicamento for, de fato, um lubrificante, uma série de fatores deve ser levada em consideração por ocasião da escolha:

  • Composição: Determina a apresentação (sob a forma de gel, ou colírio); a quantidade de aplicações diárias; a possibilidade de ser utilizado sobre lentes de contato; o risco potencial de reações alérgicas, bem como o tempo de descarte após a abertura do frasco (sim, a data de validade expressa na embalagem faz referência ao produto lacrado, sendo poucos os que podem ser utilizados mais de 2 meses após o início do uso).
  • Preço: Há lubrificantes que custam por volta de R$ 15,00, enquanto outros superam os R$ 100,00.

Apesar de não demandarem prescrição médica para serem adquiridos, o Oftalmologista pode orientar a seleção do lubrificante mais apropriado às necessidades de cada paciente.

 

*Artigo publicado por Giuliano Freitas – Oftalmologista associado à SMO.

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